A voz encantatória de Nathalie Stutzmann

Estadão | João Marcos Coelho

Na Sala São Paulo, contralto cantou divinamente ao lado do quarteto da Osesp
A interpretação é a atualização sonora de uma obra musical escrita sob a forma de uma partitura, rezam os manuais escolásticos. Eles costumam acrescentar que o conceito de interpretação opõe-se ao de improvisação. Certo? Nem sempre. A partitura não é tudo. Há sempre espaço para o improviso. Mas há momentos nos quais toma conta da cena a atmosfera de improviso, um certo ar de que a música está se criando e toma forma ali, no instante em que a assistimos. É raro, raríssimo, mas acontece, mesmo quando sabemos que se trata de música escrita na pauta e em que há só um diminuto espaço para pequenos improvisos na ornamentação, por exemplo.

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